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Tecnologias reduzem custos no preparo de solo

Muito se fala aos produtores que antes de iniciar o plantio, é fundamental pensar no preparo do solo, corrigir e repor os nutrientes necessários para dar as melhores condições para as sementes germinarem e lá na frente, na colheita, resultarem em alta produtividade. Mas como eles podem diminuir os custos com as operações necessárias para isso e quais as dicas para ser mais assertivo?

De acordo com Júlio Roberto Souza, consultor comercial da MP Agro Máquinas Agrícolas, empresa que desenvolve soluções tecnológicas em inox ao mercado agrícola, um eficiente preparo de solo se inicia com uma boa calagem em profundidade. Isso porque o clima hoje é um dos fatores determinantes para a produção agrícola. “Hoje temos cada vez mais veranicos, para um bom perfil usa-se um corte em profundidade, quanto mais profundo for o corte no solo melhor será esta correção. Incorporar o calcário também em profundidade é um dos fatores importantes”, diz.

Por exemplo, levando em consideração as características de solo do Centro-Oeste, os três principais nutrientes para a vida das plantas Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K), além de outros micronutrientes precisam estar em equilíbrio. Hoje existe uma deficiência grande de enxofre e gesso nessas regiões, pois a terra nesses locais é muito pobre desses nutrientes. Além disso, é comum ver nas fazendas, agricultores fazendo a adubação nitrogenada. “O produtor tem trabalhado para equilibrar o quanto pode o solo, uma tarefa não tão simples que demanda muita dedicação e trabalho. Hoje buscam outras opções através de adubação orgânica, compostos e outras formas para estabelecer uma vida na terra, pois o intemperismo depende muito dos micronutrientes presentes lá”, destaca o consultor.

Ainda segundo o especialista, outro fator limitante muito comum nas propriedades é o P, pois é um dos produtos mais caros.  Para elevar a porcentagem dele no solo, eleva-se diretamente os custos e é o que mais impacta na conta final do produtor.

Já na região do Matopiba, formado pelos estados (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), onde concentra-se a maior produção de grãos do País, a análise da área precisa ser ainda mais criteriosa. Segundo Adriano Quarella, proprietário da revenda Delta, nessas regiões incluindo o Pará, onde a empresa está localizada, existe muita variedade de solo, com áreas de alta incidência de areia, já em outras, alto teor de argila, o que demanda ainda mais uma preocupação com o manejo.

Economia e produtividade

Como o período ideal de correção é logo após a colheita, a recomendação básica para enfrentar os grandes desafios como logística, tempo, clima é ter planejamento e equipamentos confiáveis em campo.

Com os custos de produção cada vez mais expressivos, logística e insumos cada vez mais caros, as tecnologias vêm de encontro como uma solução inteligente para otimizar essas despesas e aumentar a eficiência e produtividade em campo. As tecnologias presentes hoje no mercado ajudam o produtor a fazer uma correção exata, partindo de uma análise de solo cada vez mais detalhada, gerando mapas com grids menores para aplicações ainda mais precisas. “E ainda máquinas de alta resistência com agricultura de precisão embarcada para compor esse processo cada vez mais preciso. No estado do Pará, se faz muita correção de solo com calcário e os equipamentos com tecnologia ajudam muito nesse processo”, afirma Quarella.

A agricultura 4.0 tem ganhado cada vez mais espaço e a adesão dos produtores, com soluções que entregam softwares de gerenciamento de multimapas, tecnologias que utilizam laser e inteligência artificial para análise de solo, sensores em campo, drones e máquinas com cada vez mais eletrônicas e embarcadas. Segundo Adriano, os produtores da região do Pará tem investido em um bom manejo com uso de tecnologias, assessoria e bons maquinários, chegando a obter resultados de 5 até 30 sacas a mais por hectare.

Equipamentos com tecnologia

Quando pensamos em maquinários para preparo de solo, primeiramente é recomendado focar no tipo de cultura que será produzida. A distribuição de calcário, de grânulos, precisa ser de acordo com a variedade, buscando sempre a precisão tanto em faixa como em capacidade operacional. “O produtor busca cada vez mais máquinas com tecnologia de precisão e de maior capacidade volumétrica para ganhar tempo em uma janela que cada ano fica mais curta devido ao tempo e clima. Por isso a demanda crescente de máquinas maiores e com conectividade. Eles querem trabalhar com um número reduzido de funcionários e com o máximo de precisão possível”, explica Júlio Souza.

Ainda de acordo com Quarella, também são imprescindíveis levar em consideração aspectos como estrutura e durabilidade das máquinas, optando por maquinários que exigem menos manutenção; outro fator é a assistência técnica e pós-venda que devem dar treinamento ao operador e também todo o suporte necessário no menor tempo possível ao produtor.

Entre os equipamentos que têm essa proposta de alta resistência e tecnologia, está a Taurus 12000, da MP Agro, para distribuição de fertilizantes e corretivos. A Taurus é 100% em aço inox, incluindo chassis e estrutura da esteira, um dos grandes diferenciais deste equipamento, câmera traseira e faróis de fábrica, opcional com comporta dupla para desligamento de seção, tecnologia de precisão de ponta, além de uma equipe técnica de fábrica preparada para dar todo o suporte necessário ao produtor.

Fonte: Assessoria de imprensa MP Agro

MP AGRO

Mercado de máquinas aquece, mas é preciso planejamento

O mercado de máquinas, em especial o agrícola, está aquecido como poucas vezes na história. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), as vendas das empresas associadas cresceram 55% no primeiro bimestre, ante mesmo período de 2020. Nos bastidores esta informação se confirma, muitas empresas estão com seu forecast (previsão) de vendas anual praticamente todo comercializado no início do 2° trimestre desde ano.

A colheita recorde de grãos na safra 2020/21, as boas expectativas para a temporada 2021/22 e os preços das commodities alcançando cifras inéditas acabam por gerar melhores remunerações aos produtores brasileiros. Isso tudo contribui para manter as negociações em ritmo acelerado.

Porém, o grande desafio está sendo produzir e entregar no prazo acordado. Os fabricantes estão passando por uma espécie de “corrida do ouro” onde o ouro nesse caso, são matérias primas e componentes em geral. Muitas das fábricas estão com sua rotina de trabalho alterada por conta da pandemia. Além disso, muitos dos insumos para a fabricação de máquinas e implementos aumentaram excessivamente de custo como o aço, alumínio, plástico entre outros.

E com este cenário, como que a indústria e produtor devem proceder? Essa situação mais uma vez está sendo de provação para o setor, porém dessa vez é um pouco diferente do que enfrentamos em 2020. Agora o que está sendo colocado à prova não é a robustez do caixa ou a estrutura fabril das empresas, mas sim a capacidade de gerir um planejamento estratégico da marca mediante ao cenário de fornecimento de matérias primas tão instável.

No meio desse turbilhão pelo qual estamos passando, toda a cadeia vai precisar se reinventar de algum modo, desde as siderúrgicas até o produtor lá na ponta final.

No caso do produtor, o hábito e a cultura de ter um planejamento prévio para aquisição de máquinas e implementos precisará ser desenvolvido com urgência, passando a fazer ao máximo possível suas compras de maneira programada, uma vez que sempre contávamos com um farto estoque de máquinas a disposição para compra nos pátios das lojas e hoje a realidade é outra.

Por outro lado, os fabricantes, por mais tentador que seja, precisam desenvolver a capacidade de dizer: “até aqui eu consigo entregar sem comprometer meu cliente final”. E assim vender até onde sua capacidade de processamento alcança, já que um maquinário agrícola é bem diferente de um carro, por exemplo, caso extrapole o seu período de utilização e não chegar na fazenda a tempo não terá serventia para a safra em que o produtor fez a aquisição. Podendo inclusive representar sérias perdas de produtividade caso ele não conte com um outro sobressalente ou uma boa rede de contatos para auxílio na janela da operação.

E como nós do setor e desse lado do balcão podemos agir? Bom, eu diria que ampliar o portfólio de soluções alternativas para um mesmo produto é um bom caminho. Porém, mais do que aumentá-lo para uma mesma especificação técnica, poder contar com opções sem descaracterizar ou perder a eficiência do produto também é um diferencial valioso para os dias de hoje e  isso só é possível com uma engenharia rápida e ágil.

Além disso, a velha máxima que diz: “nada é tão bom que não possa ser melhorado” vem bem a calhar. Nos colocando a perguntar, qual processo ou sistema consigo trabalhar para uma resposta mais rápida às necessidades do mercado? Valendo também para os modelos de gestão!

Apesar de óbvio, o mundo segue em constante transformação e nós que somos dotados de algum tipo de responsabilidade e atividade, seja ela qual for, precisamos estar atentos a essas transformações. É essencial estarmos dispostos a sempre desapegar de pré-conceitos para nos apegarmos aos novos conceitos que constantemente batem em nossa porta todos os dias. Seja dentro de casa, nas atividades diárias, seja no ambiente de trabalho, na indústria ou na fazenda.

Escrito por: Douglas Peccin – CEO da MP Agro Máquinas Agrícolas

Fonte: Assessoria de imprensa MP Agro

MP AGRO

Janelas de plantio mais curtas exigem precisão nas aplicações

Com janelas cada vez mais curtas para colheita e plantio, os produtores têm procurado soluções em produtividade para otimizar o tempo dos processos na lavoura. Para isso o planejamento é fundamental, como considerar qualidade de solo e semente, mão de obra, logística de insumos, análise de mercado, condições das máquinas e escolha estratégica de maquinários.

Com estrutura 100% em aço inox, a Taurus Truck pode ser acoplada em caminhão chassi fixo ou no sistema roll on-off e possui capacidades de 25.000 e 30.000. Esse tipo de equipamento gera grande economia em hora/máquina com alto rendimento diário, substituindo o trabalho de até 03 tratores, devido a sua velocidade e capacidade, como explica o supervisor de aplicação MP Agro, Reinaldo Damasio. “Com a utilização desse tipo de equipamento, a economia no rendimento operacional pode chegar a 50%, com combustível, mão de obra e hora máquina”, destaca.

Preocupação na aplicação correta

Outro fator importante para o ganho operacional e produtivo, no caso da distribuição de insumos a lanço, é que o produtor sempre mantenha a máquina revisada e corretamente regulada para garantir uma ótima aplicação e assim alcançar os resultados esperados com o cultivo.

Para fazer essa regulagem com eficiência, existe uma técnica muito simples e eficaz que é chamado de “teste de bandeja”, para realizar o teste, são usadas 21 bandejas dispostas de 2 em 2 metros no campo. A máquina passa sobre esses recipientes aplicando o produto e com acúmulo de produto em cada uma delas é possível aferir a faixa de aplicação e homogeneidade.

Ainda de acordo com Damásio, após o teste o produtor conseguirá ajustar as palhetas, que são responsáveis pela homogeneidade da aplicação. Elas podem ser ajustadas através de pontos de regulagem localizadas nos discos. “Realizando esses procedimentos prévios, o produtor garante a aplicação de insumos na quantidade necessária, gerando economia e rendimento durante suas adubações”, destaca.

Escolha do equipamento

Para os que ainda não possuem ou vão adquirir novos equipamentos para distribuição de adubo, gesso e calcário, a dica é sempre optar por máquinas confiáveis, duráveis com tecnologia embarcada e que tenham uma ótima aplicação. Nessa escolha o produtor deve levar em conta a facilidade de manutenção, materiais de boa qualidade usados na fabricação, como aço inox e componentes de primeira linha para garantir confiabilidade.

A Taurus Truck, por exemplo, possui um importante diferencial além de sua estrutura e capacidade, o sistema de distribuição consiste no ângulo exato de lançamento dos grãos fazendo com que o fertilizante que está sendo aplicado, caia sobre o solo sem danificar as folhas das plantas. “A velocidade de aplicação fica em média de 25km/ha chegando até 400ha por dia com lanço de até 36m de largura para adubos granulados. Para produtos em pó como calcário ou gesso, alcança faixas de até 16m com ampla uniformidade e autonomia devido a sua alta capacidade de carga”, completa o supervisor.

Além da escolha criteriosa da máquina, é preciso se atentar ao tipo de insumo a ser utilizado, seja ele orgânico ou sintético. “Para uma boa aplicação é ideal sempre usar as formulações que o solo necessita especificado pelo agrônomo através de análise. Já no caso da aplicação do fertilizante granulado e em pó a dica é sempre prezar por usar produtos de boa qualidade para não impactar na aplicação”, finaliza Damásio.

Fonte: Assessoria de imprensa MP Agro

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Mulheres conquistam espaço cada vez maior nas agroindústrias

O agronegócio atualmente é o setor mais pujante da economia brasileira, se em meio a uma grande crise mundial o país continua em pé, muito se deve ao segmento, um dos poucos a avançar na pandemia. Nos bastidores desse sucesso, estão os profissionais dos setores que se prepararam e também o esforço dos produtores e empresários que investiram e investem muito em tecnologias e inovações. Entre estes profissionais destaca-se o crescimento e a presença cada vez maior das mulheres que com muita competência estão se sobressaindo e a cada dia ganham mais espaço.

Segundo a pesquisa mais recente da associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), realizada com 300 mulheres que atuam no setor de agronegócio no país, foi identificado que cerca de 30% dos cargos de gestão são ocupados pelo sexo feminino. Em cifras, o resultado chama a atenção. Tendo em vista que o agronegócio representa 25% do PIB, as mulheres desse setor da economia são responsáveis pela gestão de pelo menos 8% do PIB nacional, algo em torno de US$ 165 bilhões.

Segundo um estudo realizado pelos pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, nos últimos anos houve um aumento do número total de mulheres trabalhando no agronegócio em 8,3%. É importante lembrar que o aumento da participação feminina no agronegócio ocorreu na categoria de empregadas com carteira assinada e não na modalidade informal.

Uma das empresas que tem a preocupação de gerar oportunidades para a classe feminina é a MP Agro Máquinas Agrícolas, uma companhia jovem, que incentiva a diversidade entre seus funcionários. Ou seja, o foco na seleção não é o gênero do profissional, mas sim sua competência e formação.

Para Karen Moralles, supervisora de marketing da MP Agro que atua em agroindústrias há 6 anos, a mulher ganha cada vez mais espaço e respeito num mercado que sempre foi tradicionalmente masculino. “Assim como qualquer profissional, somos perfeitamente capazes de exercer qualquer atividade seja no campo, como as grandes mulheres produtoras, que gerenciam fazendas, seja na indústria, exercendo papéis estratégicos e técnicos”, conta.

Ainda de acordo com a supervisora, o que o mercado busca é cada vez mais profissionais multifuncionais, acostumados com a evolução das tecnologias e nisso as mulheres podem se destacar. “Trabalhar numa empresa com uma visão, missão e valores tão bem definidos e com uma cultura tão moderna e inovadora como a MP Agro, nos permite cada vez mais estarmos engajadas e motivadas a nos desenvolver profissionalmente. Além disso, poder acompanhar a trajetória de grandes mulheres do agro, operando grandes maquinários, sendo responsáveis por movimentar o setor é ainda mais motivo de orgulho e motivação”, ressalta.

Já Adriana Oliveira, engenheira e projetista na MP Agro, também acrescenta que a mulher hoje estando capacitada, pode ocupar tranquilamente qualquer cargo dentro de uma agroindústria sem restrições por seu gênero. Ainda segundo ela, é comum notar que em até alguns trabalhos mais pesados a mulher até se sobressai, pois, o cuidado que elas têm ao desempenhar essas atividades é crucial. “Nesse meio, onde não se pode ter gastos excessivos, toda redução de custos é considerável, tempo é valioso, então acredito que a mulher pode pôr em prática todo seu cuidado”, afirma.

Quebrando paradigmas

A gerente de supply chain da marca, Renata Vicentin, que também quebrou paradigmas na agroindústria, acredita que as mulheres que estão ingressando no mercado de trabalho cada vez mais preparadas e vão certamente integrar com mais força o segmento Agro. “Estamos vendo a expansão de conhecimento e quebra de paradigmas, além disso é cada vez maior o percentual da mulher em posições de liderança, com certeza por competências emocionais. Então vamos para o Agro também! Gostamos da terra, de máquinas e sabemos operar com habilidade onde desejarmos”, destaca.

Ainda segundo Renata, o engajamento a empresas que tenham cultura atrativa e congruente eliminam naturalmente essa variável “papel feminino”, mas ainda é preciso atratividade do setor e prática genuína da cultura tão referenciada pelas organizações. “Como diz Gerônimo Theml, somos causa e não consequência, podemos escolher onde atuar”, finaliza a profissional.

Fonte: Assessoria de imprensa MP Agro

MP AGRO

Distribuidor de adubo diminui a zero o amassamento da lavoura

O distribuidor de insumos Z 6.0, da empresa paulista MP Agro, traz como característica a diminuição por amassamento na hora das aplicações pelo rodado dos equipamentos. Estudos com o equipamento da marca mostraram que o ganho é de 4 até 6 sacas de soja por hectare.

Isso é possível porque é preciso fazer um rastro só e utilizá-lo até o final da safra fazendo o estrago na lavoura ser bem menor. A produtora de Querência (MT), Cassiane Baratto, conta que adquiriu o distribuidor de insumos montado em seu antigo autopropelido com foco em melhorar o desempenho na lavoura e reduzir as perdas do cultivo de milho safrinha e soja. Ela calcula que a pulverização causa desperdício de 3 sacos de soja por ha. “Quando você usa um equipamento que precisa fazer um rastro extra teremos o dobro de amassamento então, 6 sacos”, diz. Ainda segundo a produtora, o ganho com a compra do equipamento foi de 70% na operação, além de uma economia enorme de tempo. Isso porque o distribuidor de arrasto que antes utilizavam conseguia aplicar os insumos em no máximo 50 hectares por dia. “Hoje, isso mudou muito, com o distribuidor da MP Agro, mais robusto e com maior capacidade, podemos aplicar até 300 ha diariamente”, destaca. O crescimento é de 500%.

Cassiane conta que também conseguiu economia de combustível na ordem de 40%, aplicando mais em menos tempo. Em uma conta rápida, eles usavam até então um total médio de 30 mil litros de óleo diesel no ano safra, para todas as operações. Na distribuição de insumos era 3 mil litros. Com o preço médio do combustível pago na região da propriedade, R$ 3,89, o gasto era de até R$ 11.670. Agora a expectativa é para que esse valor caiu para pelo menos R$ 4.668, um ganho estimado em mais de R$ 7 mil.

“Com toda essa economia e precisão na adubação esperamos uma safra maior do que a do ano passado, e o lucro obtido encima da economia será aplicado novamente na lavoura, em forma de infraestrutura, e novas máquinas para melhorar cada vez mais o operacional”, comemora a produtora.

Fonte: Assessoria de imprensa MP Agro

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Linha de transformação de autopropelido é investimento inteligente para 2021

Com o constante aumento nos preços de maquinário, devido ao disparo nos custos de matéria prima, os produtores mais antenados estão em busca de investimentos inteligentes para amenizar os custos de produção durante a pandemia. Pensando nesta necessidade, a MP Agro, empresa do interior de São Paulo, mantendo o compromisso de sempre levar ao campo as melhores soluções, deu uma nova função aos pulverizadores autopropelidos parados na fazenda.

Com a linha de distribuidores de fertilizantes em aço inox, batizada de “Z”, é possível optar pela revitalização do autopropelido que não estava sendo utilizado, gerando grande economia ao produtor. “A Linha Z é um projeto que nasceu para atender um dos maiores grupos do Brasil, o grupo Bom Futuro, e hoje é um produto consolidado no mercado como uma solução inteligente para o produtor devido à sua alta qualidade, baixo investimento e excelente aplicabilidade em campo”, conta o CEO, Douglas Peccin.

A Linha Z, além de ser fabricada com estrutura 100% em inox, tem soluções desenvolvidas para cada modelo de autopropelido do mercado, ou seja, oferece configurações específicas para o equipamento que o produtor tem, seja de qual marca for. “Vale destacar que além de ser fabricada em material de alta durabilidade, tem fácil instalação, sistema de esteira removível, agricultura de precisão embarcada de fábrica e sua instalação é realizada pela equipe técnica da MP Agro diretamente na propriedade do cliente”, aponta a profissional.

Economia

Optando por fazer a transformação oferecida pela MP Agro, é possível gerar uma grande economia. Isso por que ao invés de ter que se desfazer da máquina e perder dinheiro, o produtor tem o equipamento transformado, economizando até 80% do valor em relação à um autopropelido novo, que custa em média entre R$ 600 mil e R$ 900 mil.

Outra importante vantagem é a de poder fazer aplicações em culturas mais altas ou mais avançadas. “Por possibilitar o fracionamento da aplicação de fertilizantes em estágios mais avançados da cultura, o aumento de produtividade e qualidade se torna muito significativo, como é o caso da aplicação de nitrogênio no milho e algodão, possibilitando que o investimento feito no equipamento seja pago logo na primeira safra ou safrinha apenas com o que foi produzido a mais devido a aplicação fracionada”. Além disso, permite utilizar o mesmo rastro do pulverizador, diminuindo as perdas por amassamento, com uma produtividade de até 600ha/dia”, completa o CEO da MP Agro.

Fonte: Assessoria de imprensa MP Agro

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Com falta de matéria-prima produtor deve estar atento a compra de máquinas

A pandemia causada pelo coronavírus gerou impacto em diversos segmentos e mercados. Um deles foi o de máquinas e implementos no agronegócio, que passou a enfrentar problemas com fornecimento de matéria-prima. Uma pesquisa online feita pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) avaliou os efeitos dos seis meses da pandemia na indústria, e mostrou que 47% das empresas estão encontrando dificuldades para conseguir insumos, matérias-primas e mercadorias.

Além disso, a pesquisa também apontou que 63% das empresas estão com o estoque baixo, fazendo com que o preço da matéria-prima aumente consideravelmente. Esse estudo realizado na grande São Paulo nos dá uma amostra da situação em todo o Brasil. A MP Agro de Ibaté-SP, por exemplo, fabricante de distribuidores de adubo, é uma das companhias que está tendo dificuldades com os fornecedores: “Começamos a sentir o impacto logo nos primeiros meses após o início da pandemia, mas neste último trimestre a situação tem se intensificado”, explica o diretor presidente, Douglas Peccin.

Demanda aquecida

Um outro ponto de destaque é o grande desafio de atender a forte retomada da demanda vinda do campo, pois com a pandemia, houve uma desaceleração abrupta e a retomada ocorreu da mesma forma, formando um “V”. “Os meses passaram e os estoques em geral acabaram sendo reduzidos a níveis mínimos de operação, o que ocasionou escassez no mercado e reajustes importantes de nossos fornecedores”, aponta, o gerente de suprimentos da MP Agro, Edson Marchetti.

A empresa tem seu sistema de gestão certificado pela ISO 9001 e uma estrutura de planejamento organizado, o que permitiu a garantia da contínua produção durante 2020. “Porém, se essa situação se estender por mais alguns meses, a indústria como todo o mercado, sentirá ainda mais a escassez de produto final na ponta. O cenário está bem incerto em relação ao fornecimento, não sabemos como serão os próximos meses, estamos vivendo um dia após o outro”, complementa ainda o diretor presidente da fabricante.

O que dizem os fornecedores

Há diversas razões apontadas para a situação adversa entre oferta e demanda no Brasil. A alta do dólar, a baixa produção devido à queda da força de produção causada pela diminuição de funcionários nas fábricas, o aumento das exportações em decorrência do câmbio favorável e ainda a normalização da demanda em países onde a doença está mais controlada.

O diretor de compras e qualidade da Suprir, uma das fornecedoras da MP Agro, Lucas Santos, fala sobre o cenário do aço. Segundo ele, o Brasil está vivenciando um momento de grande expansão no consumo, e isso tem acarretado atrasos no fornecimento da cadeia de suprimentos. “Quando surgiu a pandemia, prevíamos que a recuperação da demanda seria lenta no segundo semestre de 2020, e para nossa surpresa, temos observado uma forte retomada nos últimos meses. Além disso, o segundo lockdown na Europa está sendo feito de forma mais precisa e impactando pouco na atividade industrial”, diz. O que confirma o momento sentido pela fabricante de distribuidores de adubo.

Já o representante da Cordob Indústria e Comércio, Wemerson Ricardo Cano, fabricante de soluções em processamento de chapas metálicas, afirma que houveram vários aumentos a partir de julho de 2020. “Tiveram impacto as bobinas FQ de aço carbono com variações de até 100% dependendo da espessura além, de insumos em geral, como gás, nitrogênio, eletricidade e outros consumíveis”, afirma.

O diretor da MP Agro endossa que mesmo com todas as intempéries enfrentadas esse ano, a empresa não tem medido esforços para cumprir seus compromissos com o cliente, conseguindo manter as entregas. Contudo, segundo ele o abastecimento de matéria prima deve se normalizar somente no final do primeiro trimestre de 2021. “O grande impacto está em nosso cliente que precisa do produto, do maquinário para produzir e não pode perder o time da sua produção, por isso é importante que ele esteja atento e realize suas compras com antecedência para garantir a sua máquina em campo quando for utilizá-la”, relata Douglas Peccin.

 

Fonte: Assessoria de imprensa MP Agro

MP AGRO

Distribuidor de adubo com manutenção em dia evita prejuízos

A receita de plantar, manejar e colher uma boa produção já está na cabeça de muito produtor brasileiro. Mas, o que muitas vezes passa despercebido é a manutenção preventiva de máquinas e equipamentos utilizados no dia a dia na propriedade. É o que acontece inúmeras vezes com os distribuidores de adubo, que são deixados de lado durante a correria de uma safra após a outra. Isso, segundo, Essio Pedro Ferrari, técnico agrícola da MP Agro, de Ibaté-SP, pode acarretar danos que ultrapassam facilmente R$ 20 mil por equipamento anualmente em prejuízo entre consertos, compra e troca de peças em caráter de urgência, desperdício de produto e principalmente horas não trabalhadas por estar com o equipamento parado.

O melhor período segundo o profissional para programar a manutenção preventiva do equipamento é logo após as aplicações e ainda realizar uma análise detalhada das condições do distribuidor antes mesmo de iniciar o seu uso. “Esse planejamento por parte do produtor, ajuda a evitar que no momento em que ele estiver utilizando o implemento, não ocorram quebras e paradas indesejadas da máquina em campo”, destaca Ferrari.

Mas, e quais são os principais itens que devem receber atenção nas manutenções? O técnico da MPAgro aponta:

  •  No conjunto da esteira do equipamento deve ser realizada a lubrificação periódica dos mancais, além de revisão a cada final de ciclo de aplicação nos roletes intermediários e ainda a inspeção visual da esteira de borracha e dos suplementos de borracha que fazem a vedação entre a caixa e o conjunto da esteira;
  •  Nas transmissões dos discos distribuidores e redutores da esteira e comporta dosadora, deve-se realizar a troca de óleo por período estimado, inspeção visual perante ao aparecimento de folgas e jogo nos eixos e também vazamento em tampas e retentores;
  •  O sistema eletro hidráulico também deve passar por uma inspeção em cabos e conectores, nível e pureza do óleo, e troca de filtro.

É válido destacar que a falta da manutenção pode acarretar outros problemas como o travamento dos rolos intermediários e traseiros dos distribuidores, afetando todo o sistema da máquina e até mesmo o rompimento da esteira de borracha. Além disso, a falta de troca de óleo, pode resultar em desgastes nas engrenagens, rolamentos e retentores. Os filtros sujos e saturados podem impedir a passagem do óleo, comprometendo blocos, válvulas, motores e bombas. “Por isso, sempre orientamos nossos clientes a realizarem as manutenções em dia, conservando assim um equipamento com alto valor investido e por muito anos”, completa o técnico da MP Agro.

Fonte: Assessoria de imprensa MP Agro

MP AGRO

Distribuidor economiza quase 50% na operação

Cada centavo conta nos lucros da safra e o uso de tecnologias tem ajudado em todas as fases. Exemplo disso está na fazenda Cachoeirinha, de Caiapônia, em Goiás. O gerente operacional, Elsio Ricardo Valini, tem uma produção bem diversificada, modelo de negócio que vem sendo adotado em muitas fazendas a fim de minimizar os impactos e oscilações do mercado.

Na fazenda cultiva anualmente 6,5 mil hectares de soja e 4 mil hectares de milho safrinha. Além disso, também produz 2 mil hectares de feijão safrinha, 500 hectares de algodão e ainda 1.500 hectares de milho semente irrigados.

Recentemente ele optou por modernizar as máquinas da propriedade e adquiriu um distribuidor de alta capacidade de carga da paulista MP Agro. O Taurus Robust é um implemento que permite trabalhar mais tempo sem paradas pela capacidade de carga Há três possibilidades de carga: 20, 25 e 30 mil quilos.

Na fazenda Valini observou que somente na distribuição de adubo, o implemento proporcionou a economia de quase 50% de tempo de operação na aplicação a lanço do insumo por hectare.

Anteriormente, o distribuidor utilizado para a aplicação de insumos sólidos tinha a capacidade de dez toneladas, mas como explica o produtor, depende do insumo, calcário por exemplo, o máximo era 6,5 mil quilos. Agora com a aquisição, essa capacidade passou para 13 mil quilos com adubo. “Dobramos a capacidade e o resultado já pode ser observado no campo. Com uma única carga tivemos rendimento de 37 hectares o que resultou em 17 hectares a mais que a média anterior da propriedade”, destaca.

O produtor economizou ao menos uma viagem com adubo. “Ainda vamos utilizá-la com calcário e outros materiais para poder avaliar, já que conforme explicou o revendedor a performance varia conforme a densidade do que se está aplicando”, destaca o gerente operacional. “Este tipo de implemento é indicado principalmente para quem quer economizar em hora/máquina”,  destaca, Douglas Peccin, diretor presidente da empresa.

Fonte: Assessoria de imprensa MP Agro

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MP Agro lança linha Taurus Robust de distribuidores de arrasto

A busca por máquinas mais produtivas e rentáveis no campo, tem se tornado cada vez maior. Por isso, as empresas do ramo buscam inovar e desenvolver tecnologias e ferramentas que facilitem esse trabalho e o torne também mais barato. A MP Agro Máquinas Agrícolas, de Ibaté, São Paulo, especialista em distribuidores de fertilizantes em aço inox, com esse objetivo lança a Linha Taurus Robust. A grande novidade é a alta capacidade de carga do equipamento desenvolvido 100% em inox.

“Esta é uma demanda que recebemos dos próprios clientes, principalmente de grandes grupos. Com a presença de tratores maiores no campo, a nova linha foi projetada pensando nos produtores mais exigentes em relação a produtividade, uma máquina que devido a sua alta capacidade de carga possibilita menos paradas para abastecimento, maior disponibilidade operacional e consequentemente melhor produtividade diária no campo”, destaca o diretor presidente da empresa, Douglas Peccin. A Taurus Robust foi projetada para unir grande capacidade de carga, alto rendimento, durabilidade e tecnologia. A nova linha de equipamentos é formada por três modelos de capacidade de carga, 20.000kg, 25.0000kg e 30.000 kg. No portfólio da empresa até então, os distribuidores de arrasto tinham até 12.000kg de capacidade, e agora, com a Linha Robust, o produtor pode contar com uma capacidade de carga quase 3 vezes maior comparado ao modelo 12.000.

Este tipo de implemento é indicado principalmente para quem quer economizar em hora/máquina, uma vez que conforme destaca o profissional da empresa, sua alta capacidade e robustez permitem que o distribuidor trabalhe muito mais tempo e tenha que realizar menos paradas para carregamento. A empresa já prepara uma campanha de vendas para os próximos dias, assim o cliente interessado pode garantir a entrega das primeiras unidades em sua fazenda no começo de 2021.

Outras especificações da máquina

Para garantir mais agilidade e precisão no uso do equipamento, os modelos dessa linha são dotados de agricultura de precisão embarcada, permitindo realizar aplicações através de taxa variável e desligamento de seção. “Os produtores já se deram conta dos benefícios gerados pela tecnologia embarcada em implementos. O uso da tecnologia na aplicação de fertilizantes, por exemplo, é algo essencial para facilitar a regulagem dos equipamentos, evitar desperdícios de insumos e ter o monitoramento das operações com informações precisas, garantindo assim maior produtividade com o menor custo”, afirma o diretor presidente da empresa, Douglas Peccin.

O sistema de esteira removível fabricado também 100% em aço inox, facilita a limpeza e por ser de inox não sofre com o efeito da corrosão, o que aumenta a vida útil do sistema. Desenvolvido para o trabalho com diversos produtos, como diversos corretivos e fertilizantes, o equipamento foi projetado para trabalhar o ano todo

Características exclusivas

O rodeiro foi projetado com sistema de rala copiadora de movimento, eixos cônicos de auto compensação e pneus de alta flutuação, o que permite maior estabilidade e baixa compactação de solo. Além disso, o equipamento possui um sistema de iluminação e câmeras integradas, um kit calibração e bandejas para teste, tela de proteção em inox, kit lona fácil de cobertura, tubulação hidráulica em aço inox, desligamento de seção automática, roletes da esteira em polipropileno com sistema de fácil encaixe. Seguindo as outras linhas da marca, a Taurus Robust, tem estrutura 100% em aço inox de alta durabilidade, incluindo chassi, elevando a vida útil do equipamento, um diferencial que permite a durabilidade sem a necessidade de reparos causados por corrosão.

Fonte: Assessoria de imprensa MP Agro

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